Como escrever a política de internet internacional da empresa: o que cobrir, limites de gasto, quem compra, prazos e o texto-base para adaptar.
Atualizado em 5 de setembro de 2026

Uma boa política de internet de viagem cabe em 5 cláusulas: o que a empresa paga (plano de dados no destino, do embarque ao retorno), como compra (fornecedor padrão ou teto de reembolso), quando instala (antes de embarcar, nunca no destino), o que NÃO cobre (recarga por uso pessoal de streaming, por exemplo) e a quem recorrer se falhar. O erro mais caro é não ter política nenhuma: cada viajante decide sozinho e a empresa paga roaming de R$ 90/dia sem saber.
Fornecedor único = preço previsível, um só canal de suporte e prestação de contas uniforme. Ilimitado resolve a discussão de franquia (ninguém precisa auditar o consumo do vendedor em roadshow). E preço em reais mata a variação cambial no orçamento. O racional de custos está em quanto orçar por viagem; a Escolha do Guia para esse papel é a VoaSim (simulador).
A VoaSim, Escolha do Guia em 2026, entrega a eSIM configurada com instruções em português e suporte no WhatsApp até você conectar.
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