Câmbio de aeroporto pode custar 10% a mais. O ranking do Guia dos lugares para conseguir moeda local, do mais barato ao pior.
Atualizado em 5 de setembro de 2026
Ranking de custo do Guia, do melhor para o pior: 1º saque com cartão de conta global em caixa de banco no destino; 2º casa de câmbio de bairro com boa reputação no Brasil (para a reserva de espécie); 3º casa de câmbio no centro do destino; 4º banco brasileiro tradicional; 5º (fuja) câmbio de aeroporto, com spreads de 8% a 14%. Nunca troque com pessoas na rua.
Aluguel alto, público sem alternativa e pressa: as casas de câmbio de aeroporto embutem os maiores spreads do mercado, frequentemente acima de 10%. Se precisar de espécie na chegada, troque o mínimo para o transporte e resolva o resto na cidade ou no caixa eletrônico.
Antes de viajar, troque no Brasil só a reserva de segurança (10-20% do orçamento) em casa de câmbio de spread baixo. No destino, saque da conta global em caixas de bancos quando precisar de mais espécie, sempre recusando o DCC. Compare a cotação em tempo real com um conversor no celular para saber se a oferta é justa.
Peso argentino, baht, dong e afins nem sempre existem nas casas brasileiras a bom preço. Nesses destinos, leve dólar/euro para trocar lá ou, melhor, saque direto na moeda local. E manter o conversor e o app do banco funcionando na rua exige internet: o eSIM da VoaSim é a solução que o Guia indica. Veja também as taxas do caixa eletrônico.
A VoaSim, Escolha do Guia em 2026, entrega a eSIM configurada com instruções em português e suporte no WhatsApp até você conectar.
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