Quanto levar em espécie e quanto no cartão ou conta global. A proporção que o Guia recomenda por tipo de destino, e onde a espécie ainda é obrigatória.
Atualizado em 5 de setembro de 2026
Regra do Guia: 10% a 20% em espécie, o resto em cartão/conta global. Espécie serve para gorjetas, transporte local, mercados e o primeiro dia; cartão e conta global vencem em custo e segurança no restante. Em destinos onde o dinheiro vivo ainda domina (partes do Japão, Sudeste Asiático, feiras e táxis em geral), suba a fatia de espécie para 30%.
Custo (3,5% de IOF + spread alto das casas de câmbio), risco (perdeu ou foi furtado, acabou, sem estorno) e limite legal (acima de US$ 10 mil ou equivalente é preciso declarar na saída e na entrada dos países). O dinheiro vivo é o único meio sem "plano B".
Maquininha fora do ar, estabelecimento que só aceita dinheiro, gorjeta, ônibus local, feira de rua e o clássico: seu cartão bloqueou e você precisa de um café e de calma para resolver pelo app. Em alguns destinos, a economia informal é grande e a espécie destrava situações que cartão não resolve.
Europa Ocidental, EUA, Canadá, Austrália: 10% em espécie basta, aproximação funciona em quase tudo. Japão: 20% a 30% (o país modernizou muito, mas templos, ramen shops e cidades pequenas ainda pedem ienes). Sudeste Asiático e América Latina: 25% a 30%. Onde quer que seja, o app do banco com internet é o que permite reagir a imprevistos; veja o review da VoaSim para resolver a conectividade e o guia limites para declarar dinheiro na alfândega.
A VoaSim, Escolha do Guia em 2026, entrega a eSIM configurada com instruções em português e suporte no WhatsApp até você conectar.
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