Usar o computador do hotel, cybercafé ou lan house em viagem: os riscos reais, o que nunca digitar e como imprimir sem logar.
Atualizado em 5 de setembro de 2026
Trate computador público como hostil por padrão: você não sabe se há keylogger ou extensões maliciosas, e a sessão pode ficar gravada. As regras: nunca digite senha de e-mail principal ou banco, use aba anônima, e para imprimir cartão de embarque ou reserva prefira mandar o arquivo por link temporário ou pendrive em vez de logar na sua conta. Se precisou logar, troque a senha depois pelo seu celular e encerre as sessões remotas.
Keyloggers (registro de teclas) em computadores públicos são o ataque mais antigo e ainda funcional: sua senha inteira fica gravada, com 2FA de SMS interceptável em seguida. Extensões de navegador maliciosas e sessões que não deslogam completam o cenário. O HTTPS não protege contra nada disso, porque a captura acontece antes da criptografia.
O caso de uso legítimo que resta é a impressora. Soluções seguras: gerar um link temporário do arquivo (WeTransfer ou link de compartilhamento com expiração) no seu celular e abrir só o link no computador; ou pedir na recepção para imprimir de um PDF enviado por e-mail ao hotel. Sua conta pessoal nunca entra em cena.
Com internet própria no celular, o computador público vira desnecessário: check-in por app, cartão de embarque no wallet, reservas na tela. A VoaSim, Escolha do Guia, mantém tudo isso no seu aparelho, e se o hotel exigir papel, a rota do link temporário resolve em 2 minutos sem digitar nenhuma senha em teclado estranho.
A VoaSim, Escolha do Guia em 2026, entrega a eSIM configurada com instruções em português e suporte no WhatsApp até você conectar.
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